domingo, 2 de setembro de 2018

Momento de reflexão

São Maximiliano Kolbe (1894-1941)

franciscano, mártir

Escritos espirituais inéditos

«O seu coração está longe de Mim»

A vida interior é primordial. A vida ativa é uma consequência da vida interior, e só tem valor se dela depender. Queremos fazer tudo o melhor possível, com perfeição. Mas, se o que fazemos não estiver ligado à vida interior, de nada serve. O valor da nossa vida e da nossa atividade releva por completo da vida interior, da vida de amor a Deus e à Virgem Maria, a Imaculada; não de teorias e doçuras, mas da prática de um amor que consiste na união da nossa vontade com a vontade da Imaculada. Antes de tudo e sobretudo, devemos aprofundar esta vida interior. Tratando-se de uma vida espiritual, é necessário acionar os meios sobrenaturais. A oração, a oração e apenas a oração é necessária para manter e fazer desabrochar a vida interior; o recolhimento interior é imprescindível. Não nos preocupemos com coisas desnecessárias, antes procuremos, em paz e com suavidade, manter o recolhimento de espírito e estar preparados para receber a graça de Deus. É isso que o silêncio nos ajuda a conseguir.

Leituras do dia

Domingo XXII do Tempo Comum

PRIMEIRA LEITURA
Deut 4, 1-2.6-8


«Não acrescentareis nada ao que vos ordeno... mas guardareis os mandamentos do Senhor»


Leitura do Livro do Deuteronómio

Moisés falou ao povo, dizendo: «Agora escuta, Israel, as leis e os preceitos que vos dou a conhecer e ponde-os em prática, para que vivais e entreis na posse da terra que vos dá o Senhor, Deus de vossos pais. Não acrescentareis nada ao que vos ordeno, nem suprimireis coisa alguma, mas guardareis os mandamentos do Senhor vosso Deus, tal como eu vo-los prescrevo. Observai-os e ponde-os em prática: eles serão a vossa sabedoria e a vossa prudência aos olhos dos povos, que, ao ouvirem falar de todas estas leis, dirão: ‘Que povo tão sábio e tão prudente é esta grande nação!’. Qual é, na verdade, a grande nação que tem a divindade tão perto de si como está perto de nós o Senhor, nosso Deus, sempre que O invocamos? E qual é a grande nação que tem mandamentos e decretos tão justos como esta lei que hoje vos apresento?».

Palavra do Senhor.

SALMO RESPONSORIAL
Salmo 14 (15), 2-3a.3cd-4ab.5 (R. 1a)


Refrão: Quem habitará, Senhor, no vosso santuário? Repete-se

Ou:

Ensinai-nos, Senhor: quem habitará em vossa casa? Repete-se

O que vive sem mancha e pratica a justiça
e diz a verdade que tem no seu coração
e guarda a sua língua da calúnia. Refrão

O que não faz mal ao seu próximo,
nem ultraja o seu semelhante;
o que tem por desprezível o ímpio,
mas estima os que temem o Senhor. Refrão

O que não falta ao juramento,
mesmo em seu prejuízo,
e não empresta dinheiro com usura,
nem aceita presentes para condenar o inocente.
Quem assim proceder jamais será abalado. Refrão

SEGUNDA LEITURA
Tg 1, 17-18.21b-22.27


«Sede cumpridores da palavra»


Leitura da Epístola de São Tiago

Caríssimos irmãos: Toda a boa dádiva e todo o dom perfeito vêm do alto, descem do Pai das luzes, no qual não há variação nem sombra de mudança. Foi Ele que nos gerou pela palavra da verdade, para sermos como primícias das suas criaturas. Acolhei docilmente a palavra em vós plantada, que pode salvar as vossas almas. Sede cumpridores da palavra e não apenas ouvintes, pois seria enganar-vos a vós mesmos. A religião pura e sem mancha, aos olhos de Deus, nosso Pai, consiste em visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações e conservar-se limpo do contágio do mundo.

Palavra do Senhor.

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
Tg 1, 18


Refrão: Aleluia. Repete-se
Deus Pai nos gerou pela palavra da verdade,
para sermos como primícias das suas criaturas. Refrão

EVANGELHO
Mc 7, 1-8.14-15.21-23


«Deixais o mandamento de Deus para vos prenderdes à tradição dos homens»


 Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Marcos

Naquele tempo, reuniu-se à volta de Jesus um grupo de fariseus e alguns escribas que tinham vindo de Jerusalém. Viram que alguns dos discípulos de Jesus comiam com as mãos impuras, isto é, sem as lavar. – Na verdade, os fariseus e os judeus em geral não comem sem ter lavado cuidadosamente as mãos, conforme a tradição dos antigos. Ao voltarem da praça pública, não comem sem antes se terem lavado. E seguem muitos outros costumes a que se prenderam por tradição, como lavar os copos, os jarros e as vasilhas de cobre –. Os fariseus e os escribas perguntaram a Jesus: «Porque não seguem os teus discípulos a tradição dos antigos, e comem sem lavar as mãos?». Jesus respondeu-lhes: «Bem profetizou Isaías a respeito de vós, hipócritas, como está escrito: ‘Este povo honra-Me com os lábios, mas o seu coração está longe de Mim. É vão o culto que Me prestam, e as doutrinas que ensinam não passam de preceitos humanos’. Vós deixais de lado o mandamento de Deus, para vos prenderdes à tradição dos homens». Depois, Jesus chamou de novo a Si a multidão e começou a dizer-lhe: «Escutai-Me e procurai compreender. Não há nada fora do homem que ao entrar nele o possa tornar impuro. O que sai do homem é que o torna impuro; porque do interior do homem é que saem as más intenções: imoralidades, roubos, assassínios, adultérios, cobiças, injustiças, fraudes, devassidão, inveja, difamação, orgulho, insensatez. Todos estes vícios saem do interior do homem e são eles que o tornam impuro».

Palavra da salvação.

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

D. António Francisco dos Santos

Inaugurado monumento de ação de graças pela vida e missão de D. António Francisco dos Santos

30 Agosto, 2018

No dia em que completaria 70 anos, D. António Francisco dos Santos, bispo do Porto entre 2014 e 2017, foi homenageado na sua terra natal. Em Tendais, Cinfães, foi inaugurada uma estátua em bronze com dois metros de altura com uma base em quatro patamares, tantos quantos, as dioceses onde D. António Francisco dos Santos trabalhou: Lamego, Braga, Aveiro e Porto.

Trata-se de uma obra da autoria do escultor Hélder de Carvalho que contou com o apoio financeiro da Irmandade dos Clérigos, da Associação Comercial do Porto, da Santa Casa da Misericórdia do Porto e também da Câmara Municipal de Cinfães e da Junta de Freguesia de Tendais. O arquiteto Carlos Martins colaborou em todo este projeto.

Muito importante o registo que aqui fazemos do profundo empenho e dedicação da Comissão de Honra para a edificação do monumento que cujos membros aqui citamos: Presidente da Câmara Municipal de Cinfães, Armando Mourisco; Presidente da Junta de Freguesia de Tendais, Artur Duarte; Cónego João Carlos Morgado (diocese de Lamego); Padre Adriano Alberto Pereira (pároco de Santa Cristina de Tendais); Padre Nuno Antunes (diocese do Porto); Frei Bernardo Corrêa d’Almeida; Amândio Fontes e Ana Fontes; João Montenegro e Dina Madaleno; Helena Fortunato; Epifânio Francisco; Arsénio Augusto Ferreira.

Na quarta-feira dia 29 de agosto foram largas as centenas de amigos, familiares, fiéis das várias dioceses por onde passou o prelado e conterrâneos de Cinfães que quiseram participar neste significativo momento de homenagem. Estiveram presentes, neste momento de memória e gratidão, muitos sacerdotes e bispos. Destaque para a presença de D. Jorge Ortiga, arcebispo de Braga com D. Nuno Almeida, bispo-auxiliar de Braga; D. Manuel Linda, bispo do Porto com os bispos auxiliares D. António Taipa D. Pio Alves e D. António Augusto Azevedo; o bispo de Aveiro, D. António Moiteiro, D. Francisco Senra Coelho, Arcebispo de Évora e D. António Luciano, bispo de Viseu. Presente também o bispo emérito de Lamego D. Jacinto Botelho.

De registar a presença de várias autoridades civis: e ainda os presidentes dos municípios de Aveiro, Lousada e Marco de Canaveses, os vice-presidentes das Câmaras Municipais de Baião, Penafiel, Amarante, Castelo de Paiva e Lamego e os presidentes das Juntas de Freguesia de Cinfães.

O bispo de Lamego, D. António Couto, presidiu à Eucaristia, e em declarações à VP sublinhou a importância do testemunho de fé que representa a edificação deste monumento dizendo ser este “um testemunho importante para as gerações que vierem que vão ter a oportunidade de conhecer um homem de corpo inteiro e de alma inteira”.

D. António Couto referiu à VP que D. António Francisco “era um homem de uma inteligência ingénua, no sentido melhor da palavra, uma inteligência como a das crianças, intuitiva. Não era tanto uma inteligência dedutiva e analítica, mas uma inteligência que chega lá muito antes de mim” – afirmou.

O bispo de Lamego recordou ainda que D. António Francisco dos Santos “soube dizer Deus e passar Deus de uma forma direta, rápida e incisiva ao encontro das pessoas, sobretudo dos mais pobres e dos desvalidos. Ele soube fazer isso” – declarou D. António Couto.

domingo, 26 de agosto de 2018

Momento de reflexão

São (Padre) Pio de Pietrelcina (1887-1968)

capuchinho

Carta 3, 980; GF, 196s

«Tu tens palavras de vida eterna»

Sê paciente e persevera na prática da meditação. A princípio, contenta-te com avançar em pequenos passos. Mais tarde, terás pernas que te pedirão que corras, ou melhor, asas para voar. Contenta-te com obedecer. Nunca é fácil, mas foi a Deus que escolhemos como nosso quinhão. Aceita não seres mais do que uma abelhinha no cortiço; cedo ela se tornará uma dessas grandes obreiras hábeis na fabricação do mel. Permanece sempre humilde diante de Deus e diante dos homens, no amor. Então o Senhor falar-te-á em verdade e enriquecer-te-á com os seus dons. Acontece às abelhas atravessarem grandes distâncias nos prados antes de chegarem às flores que escolheram; em seguida, fatigadas mas satisfeitas e carregadas de pólen, regressam à colmeia para aí realizarem a transformação silenciosa, mas fecunda, do néctar das flores em néctar da vida. Faz tu também assim: depois de teres escutado a Palavra, medita-a atentamente, examina os seus diferentes elementos, procura a sua significação profunda. Então, ela tornar-se-á clara e luminosa; ela terá o poder de transformar as tuas inclinações naturais em pura elevação do espírito; e o teu coração estará sempre mais intimamente unido ao coração de Cristo.

Leituras do dia

Domingo XXI do Tempo comum


PRIMEIRA LEITURA
Jos 24, 1-2a.15-17.18b


«Queremos servir o Senhor, porque Ele é o nosso Deus»


Leitura do Livro de Josué

Naqueles dias, Josué reuniu todas as tribos de Israel em Siquém. Convocou os anciãos de Israel, os chefes, os juízes e os magistrados, que se apresentaram diante de Deus. Josué disse então a todo o povo: «Se não vos agrada servir o Senhor, escolhei hoje a quem quereis servir: se os deuses que os vossos pais serviram no outro lado do rio, se os deuses dos amorreus em cuja terra habitais. Eu e a minha família serviremos o Senhor». Mas o povo respondeu: «Longe de nós abandonar o Senhor para servir outros deuses; porque o Senhor é o nosso Deus, que nos fez sair, a nós e a nossos pais, da terra do Egipto, da casa da escravidão. Foi Ele que, diante dos nossos olhos, realizou tão grandes prodígios e nos protegeu durante o caminho que percorremos entre os povos por onde passámos. Também nós queremos servir o Senhor, porque Ele é o nosso Deus».

Palavra do Senhor.

SALMO RESPONSORIAL
Salmo 33 (34), 2-3.16-17.18-19.20-21.22-23 (R. 9a)


Refrão: Saboreai e vede como o Senhor é bom. Repete-se

A toda a hora bendirei o Senhor,
o seu louvor estará sempre na minha boca.
A minha alma gloria-se no Senhor:
escutem e alegrem-se os humildes. Refrão

Os olhos do Senhor estão voltados para os justos
e os ouvidos atentos aos seus rogos.
A face do Senhor volta-se contra os que fazem o mal,
para apagar da terra a sua memória. Refrão

Os justos clamaram e o Senhor os ouviu,
livrou-os de todas as suas angústias.
O Senhor está perto dos que têm o coração atribulado
e salva os de ânimo abatido. Refrão

Muitas são as tribulações do justo,
mas de todas elas o livra o Senhor.
Guarda todos os seus ossos,
nem um só será quebrado. Refrão

A maldade leva o ímpio à morte,
os inimigos do justo serão castigados.
O Senhor defende a vida dos seus servos,
não serão castigados os que n’Ele se refugiam. Refrão

SEGUNDA LEITURA
Ef 5, 21-32


«É grande este mistério, em relação a Cristo e à Igreja»


Leitura da Epístola do apóstolo São Paulo aos Efésios

Irmãos: Sede submissos uns aos outros no temor de Cristo. As mulheres submetam-se aos maridos como ao Senhor, porque o marido é a cabeça da mulher, como Cristo é a cabeça da Igreja, seu Corpo, do qual é o Salvador. Ora, como a Igreja se submete a Cristo, assim também as mulheres se devem submeter em tudo aos maridos. Maridos, amai as vossas mulheres, como Cristo amou a Igreja e Se entregou por ela. Ele quis santificá-la, purificando-a no baptismo da água pela palavra da vida, para a apresentar a Si mesmo como Igreja cheia de glória, sem mancha nem ruga, nem coisa alguma semelhante, mas santa e imaculada. Assim devem os maridos amar as suas mulheres, como os seus corpos. Quem ama a sua mulher ama-se a si mesmo. Ninguém, de facto, odiou jamais o seu corpo, antes o alimenta e lhe presta cuidados, como Cristo à Igreja; porque nós somos membros do seu Corpo. Por isso, o homem deixará pai e mãe, para se unir à sua mulher, e serão dois numa só carne. É grande este mistério, digo-o em relação a Cristo e à Igreja.

Palavra do Senhor.

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
cf. Jo 6, 63c.68c


Refrão: Aleluia. Repete-se

As vossas palavras, Senhor, são espírito e vida:
Vós tendes palavras de vida eterna. Refrão

EVANGELHO
Jo 6, 60-69


«Para quem iremos, Senhor? Tu tens palavras de vida eterna»


terça-feira, 14 de agosto de 2018

Momento de reflexão

15 de agosto de 2018 

Assunção da Virgem Santa Maria - solenidade

São Bernardo (1091-1153)


monge cisterciense, doutor da Igreja

1.º Sermão para a Assunção

«Em Cristo, todos serão vivificados, cada qual na sua ordem» (1Cor 15,22-23)

Hoje, a Virgem Maria sobe, gloriosa, ao Céu. É o cúmulo de alegria dos anjos e dos santos. Com efeito, se uma simples palavra sua de saudação fez exultar o menino que ainda estava no seio materno (Lc 1, 44), qual não terá sido sido o regozijo dos anjos e dos santos quando puderam ouvir a sua voz, ver o seu rosto e gozar da sua presença abençoada! E para nós, irmãos bem-amados, que festa a da sua assunção gloriosa, que motivo de alegria e que fonte de júbilo temos hoje! A presença de Maria ilumina o mundo inteiro, a tal ponto resplandece o Céu, irradiando o brilho desta Virgem plenamente santa. Por conseguinte, é com razão que ecoam nos Céus a ação de graças e o louvor. Ora [...], na medida em que o Céu exulta com a presença de Maria, não será razoável que o nosso mundo chore a sua ausência? Mas não, não nos lastimemos, porque não temos aqui cidade permanente (Heb 13,14), antes procuramos aquela aonde a Virgem Maria chegou hoje. Se já estamos inscritos no número dos habitantes dessa cidade, convém que hoje nos lembremos dela [...], compartilhemos a sua alegria, participemos na alegria que deleita a cidade de Deus; uma alegria que depois se espalha como o orvalho sobre a nossa Terra. Sim, Ela precedeu-nos, a nossa Rainha, precedeu-nos e foi recebida com tanta glória que nós, seus humildes servos, podemos seguir a nossa Rainha com toda confiança gritando [com a Esposa do Cântico dos Cânticos]: «Arrasta-me atrás de ti. Corramos ao odor dos teus perfumes!» (Cant 1,3-4) Viajantes nesta Terra, enviamos à frente a nossa advogada [...], a Mãe de misericórdia, para defender eficazmente a nossa salvação.


Leituras do dia

Assunção da Virgem Maria

PRIMEIRA LEITURA
1 Cr 15, 3-4.15-16; 16, 1-2


«Levaram a arca de Deus e colocaram-na no meio da tenda que David mandara levantar para ela»


Leitura do Primeiro Livro das Crónicas

Naqueles dias, David reuniu em Jerusalém todo o povo de Israel, a fim de trasladar a arca do Senhor para o lugar que lhe tinha preparado. Convocou também os descendentes de Aarão e os levitas. Os levitas transportaram então a arca de Deus, por meio de varas que levavam aos ombros, conforme tinha ordenado Moisés, segundo a palavra do Senhor. David ordenou aos chefes dos levitas que dispusessem os seus irmãos cantores, para que, acompanhados por instrumentos de música – cítaras, harpas e címbalos – , entoassem as suas alegres melodias. Assim trasladaram a arca de Deus e colocaram-na no meio da tenda que David mandara levantar para ela. Depois ofereceram, diante de Deus, holocaustos e sacrifícios de comunhão. Quando David acabou de oferecer os holocaustos e os sacrifícios de comunhão, abençoou o povo em nome do Senhor.

Palavra do Senhor.

SALMO RESPONSORIAL
Salmo 131 (132), 6-7.9-10.13-14 (R. 8)


Refrão: Levantai-Vos, Senhor, e entrai no vosso repouso,
Vós e a arca da vossa majestade. Repete-se


Ouvimos dizer que a arca estava em Éfrata,
encontrámo-la nas campinas de Jaar.
Entremos no seu santuário,
prostremo-nos a seus pés. Refrão

Revistam-se de justiça os vossos sacerdotes,
exultem de alegria os vossos fiéis.
Por amor de David, vosso servo,
não afasteis o rosto do vosso Ungido. Refrão

O Senhor escolheu Sião,
preferiu-a para sua morada:
«É este para sempre o lugar do meu repouso,
aqui habitarei, porque o escolhi». Refrão

SEGUNDA LEITURA
1 Cor 15, 54b-57


«Deu-nos a vitória por Jesus Cristo»


Leitura da Primeira Epístola do apóstolo São Paulo aos Coríntios

Irmãos: Quando este nosso corpo mortal se tornar imortal, então se realizará a palavra da Escritura: «A morte foi absorvida na vitória. Ó morte, onde está a tua vitória? Ó morte, onde está o teu aguilhão?». O aguilhão da morte é o pecado e a força do pecado é a Lei. Mas dêmos graças a Deus, que nos dá esta vitória por Nosso Senhor Jesus Cristo.

Palavra do Senhor.

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
Lc 11, 28


Refrão: Aleluia. Repete-se

Felizes os que ouvem a palavra de Deus
e a põem em prática. Refrão

EVANGELHO
Lc 11, 27-28


«Feliz Aquela que Te trouxe no seu ventre!»


Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas

Naquele tempo, enquanto Jesus falava à multidão, uma mulher levantou a voz no meio da multidão e disse: «Feliz Aquela que Te trouxe no seu ventre e Te amamentou ao seu peito». Mas Jesus respondeu: «Mais felizes são os que ouvem a palavra de Deus e a põem em prática». 

Palavra da salvação.