Este blog tem como finalidade a troca de conhecimentos acerca do vasto campo da Teologia. Dedica-se a todos aqueles que procuram um maior aprofundamento da Fé.
sexta-feira, 29 de março de 2019
São Paulo - Carta aos Romanos
sexta-feira, 22 de março de 2019
A vocação dos leigos na Igreja
Qual é, então, a vocação do leigo na Igreja? O que é que ele está chamado a fazer?
Entender porque motivo se faz esta pergunta atualmente já é um bom caminho no sentido da direção da resposta que procuramos. Parece existir na Igreja uma noção errada de que os clérigos (bispos, padres e diáconos, em oposição aos leigos, que são todos os demais fiéis) são os “mais importantes e os protagonistas” da Igreja, enquanto os leigos são “os que escutam”, que passivamente se alimentam daquilo que os clérigos possuem para dar. A este clericalismo o Concílio Vaticano II respondeu voltando a afirmar a dignidade e a missão fundamental dos leigos na Igreja.
terça-feira, 5 de março de 2019
Quarta feira de Cinzas
A Quarta-feira de Cinzas observa-se um dia depois da terça-feira de Carnaval .
Também conhecido como o Dia das Cinzas, é o primeiro dia da Quaresma no calendário cristão. É celebrado 40 dias antes da Páscoa (sem contar os domingos) e calha sempre entre o início de fevereiro (dia 4) e a segunda semana de março (dia 10).
Não é feriado, mas é um dia importante no calendário cristão, apelando-se ao jejum e abstinência, a dar esmolas e à reflexão profunda.
Tradições da Quarta-feira de Cinzas
As cinzas, que provêm da queima dos ramos abençoados no Domingo de Ramos do ano anterior, representam a mortalidade e o arrependimento dos pecados. Por isso, as cinzas são colocadas pelo Sacerdote na testa dos Fiéis durante as missas realizadas neste dia, onde se recorda:9
“Com o suor do teu rosto
comerás o teu pão,
até que retorne ao solo,
pois dele foste tirado.
Pois tu és pó,
e ao pó tornarás".
(Gênesis 3, 19)
Enquanto traça a cruz na testa dos fiéis, o sacerdote profere estas palavras: "arrependei-vos e acreditai no Evangelho".

Esta tradição remonta ao antigo Médio Oriente, onde o ato de colocar cinzas sobre a cabeça era um símbolo de arrependimento perante Deus.
Desta forma, os católicos começam a preparar-se para a Quaresma, que simboliza os quarenta dias que Jesus ficou no deserto, em penitência e sendo tentado pelo maligno.
A Quarta-feira de Cinzas é um rito próprio da Igreja Católica Romana, não sendo observada pelas igrejas ortodoxas.
Fernando Ilídio
sexta-feira, 4 de janeiro de 2019
Maria Mãe de Deus e Mãe da Igreja
A Igreja apresenta-nos quatro dogmas sobre Maria
Gostaria de iniciar por falar sobre os quatros dogmas que a Igreja proclamou sobre a Virgem Maria. Quando a Igreja proclama um dogma através do Papa, num Concílio, nós precisamos de o acolher como verdade, mesmo que por vezes não o entendamos. Santo Agostinho dizia: “Deus não é para ser entendido, mas adorado”. O Deus verdadeiro não cabe na nossa cabeça; por isso, muitas vezes, não entendemos os dogmas da fé.
Sobre Maria, é nos apresentado quatro dogmas:
A Maternidade divina, a Imaculada Conceição, a Assunção de Nossa Senhora ao céu e a Virgindade Perpétua de Maria.
Primeiro Dogma:
Maternidade Divina. A maior glória de Nossa Senhora foi ter sido escolhida para ser a Mãe de Deus, do Verbo Encarnado. É claro que Ele sempre existiu no seio da Santíssima Trindade, pois o Senhor é eterno. Ao contrário de nós que fomos criados, Deus sempre existiu. Por isso, no Credo, Niceno-Constantinopolitano diz-se: “Creio em um só Deus, Pai Todo-poderoso, Criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis. Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, gerado do Pai antes de todos os séculos. ”. Jesus nasceu de forma humana, mas não deixa por isso de ser divino. Quando o Catecismo(CIC) fala da escolha de Nossa Senhora diz que, desde toda a eternidade, Deus já a havia escolhido para ser a Mãe de Seu filho ( 488).
“Deus juntou todas as águas e fez o mar. Deus juntou todas as graças e fez Maria” (Luís Maria Grignion de Montfort).
“Deus é um instante que não passa” (Karl Rahner). Podemos desta forma questionarmo-nos: “Porque Deus escolheu Maria?”. Ela responde no Magnificat: “Ele olhou para a pequenez de sua serva” (Lc. 1,45). Dizem que todas as mulheres de Israel tinham o sonho de ser mãe do Salvador, mas Nossa Senhora não tinha essa pretensão.
“Deus criou o homem para a imortalidade” (Sabedoria 2,23), mas este não quis obedecer a Deus. E o Senhor, para trazer a salvação ao mundo, enviou uma nova Mulher para vencer a soberba. Se pela soberba de Eva o pecado entrou no mundo, pela humildade de Maria entrou a salvação.
Quando Isabel ficou grávida e Maria foi visitá-la, o filho de Isabel estremeceu no seu seio, pois, no ventre de Maria, estava o Salvador; e no de Isabel, o precursor de Jesus, João Baptista. Isabel disse: “A que devo a honra de receber a visita da Mãe do meu Senhor”. A primeira parte da Ave-Maria, saiu da boca de Isabel e do Anjo Gabriel.
Desde os primeiro séculos, que já se acreditava neste dogma, Maria, a Mãe de Deus. Na biblioteca de Alexandria há papiros que dizem: “À vossa proteção nos recorremos Santa Mãe de Deus”. Esta oração é de meados do século 200. Nessa região houve muitas perseguições e martírios aos Cristãos. Quando chegou o ano 430, surgiu uma heresia: o Patriarca de Constantinopla dizia que Maria não era a Mãe de Deus. A Igreja precisou fazer um Concílio, na cidade de Éfeso, na Turquia, e ai a Igreja disse solenemente: “Maria é a Mãe de Deus (Theotokos).
Sabemos que existem, infelizmente, cristãos não dizem a “Mãe de Deus”, mas a “Mãe de Jesus”. Nós dizemos que Maria é a Mãe de Deus, porque Jesus é Deus. E tudo o que o Filho precisa, Ele pede à Mãe.
Segundo Dogma:
A Imaculada Conceição. A Virgem Maria não teve pecado original. Santo Agostinho disse: “Nem se deve tocar na palavra “pecado” ao se tratar de Maria; e isto por respeito Àquele de quem ela mereceu ser a Mãe, que a preservou de todo pecado por sua graça.”
Pio IX no ano de 1974: “Maria foi concebida sem pecado original”. Não teve pecado original e pessoais. Quatro anos depois, Nossa Senhora começou a aparecer a Bernadete, em França. Ela era uma criança, que mal sabia falar francês. Maria disse-lhe: “Diz ao padre que quero uma capela”. O Sacerdote, não acreditando na pobre menina, disse a Bernadete que perguntasse o nome dela. Maria disse a Bernadete, no dia 25 de março: “Je sui le Immaculée Conception” (Eu sou a Imaculada Conceição). Nossa Senhora ainda deixou um sinal especial, pediu que Bernadete cavasse no chão um buraco, pois ali haveria uma mina. Maria veio trazer um sinal do céu, e este sinal está em Lourdes.
Terceiro Dogma:
Maria é sempre Virgem. Maria é virgem antes do parto, durante o parto e depois dele. A Igreja, na cidade de Cápoa, em 1972, proclamou este dogma. O Papa São João Paulo II disse: “Não queiras entender pela medicina, porque isso é um milagre”. “Eis que conceberás a luz e dará à luz” (Lc. 1,31). “A luz não passa no vidro sem quebrá-lo?”.
“Para Aquele que é extraordinário, todos os fatos são excepcionais” (Santo Agostinho).
Quarto Dogma:
Assunção de Nossa Senhora. Maria foi levada ao céu de corpo e alma. A Tradição da Igreja sempre acreditou nisto. Mas o Papa Pio XII disse: “A Virgem Maria é Mãe de Deus e Imaculada. Ao término da vida terrena, foi levada de corpo e alma para o céu”. É a única pessoa que a Igreja proclama que ressuscitou depois de Jesus. Os santos em espírito no céu e os corpos ainda na terra. Maria, onde aparece, mostra a sua feição conforme o lugar. Só pode fazer isso o corpo que ressuscitou, porque ele não está sujeito ao tempo nem ao espaço. Como Jesus, que apareceu aos discípulos no caminho de Emaús, e os discípulos não o reconheceram. Maria subiu ao céu para preparar o caminho de todos nós, seus filhos.
No meio do Concílio, o Papa proclamou: “Mater Eclesi” (Mãe da Igreja). Assim como nós precisamos de uma mãe para nos gerar e criar, para nos dar o alimento, também precisamos de Maria como nossa Mãe no céu.
Fernando Ilídio, 01 de Janeiro de 2019
Cantinho da Teologia ®
quarta-feira, 2 de janeiro de 2019
Entrevista Especial 2019
Uma entrevista especial com o teólogo Fernando Ilídio sobre a Igreja e os seus Leigos.
Ilídio é dos mais promissores teólogos católicos da novíssima geração. Com 39 anos de idade, é formado em Teologia pelo Centro de Cultura Católica do Porto, onde concluiu os três anos do curso básico. Pesquisador, e Fundador do CDT (Cantinho da Teologia). Foi Acólito, Ministro Extraordinário da Comunhão, participou como representante do grupo de Acólitos de Matosinhos, no Concelho Pastoral Paroquial, fez parte do grupo de CPM (Preparação para o Matrimonio) , foi membro da equipa Pastoral Vocacional, formador do Grupo de Acólitos da Paróquia de Matosinhos e membro da equipa de Liturgia.
Na entrevista, ele foi contundente e realista:
“os leigos devem se afastar deste modelo estrutural e buscar novos caminhos, novas maneiras de viver a fé, dentro do chamado que é próprio da sua vocação, que é o mundo secular e as grandes causas da humanidade. Aqui está a vocação e a missão dos leigos! Ai devem ser sal e luz. Sujeitos da história. É onde os leigos, como Igreja que são, podem oferecer o seu testemunho e o seu serviço concreto. Observo que as ações do Papa Francisco também vão por aí.”
Mostrou-se profundamente alinhado com o papa Francisco, quando afirma que
“o clericalismo é uma doença que impede a Igreja de ser serviço e, com isso, inibe as demais vocações, sobretudo os leigos, de assumirem o seu papel, a sua missão dentro do corpo eclesial, e também na sociedade. O clericalismo traz e vive de uma imagem de Igreja que se quer garantir por si mesma, sem abertura ao novo e que busca sempre o poder, que quer estar acima, que vive ‘à parte’ e agarra-se nas estruturas, na dureza das tradições, no enrijecimento da doutrina, na dominação de uma letra sem espírito e num autoritarismo eclesiástico/hierárquico doente.”
No momento em que Francisco abre a Igreja, os resultados dos anos de domínio conservador estão à vista:
“o clero mais jovem, que se satisfaz em formalismos, panos e paramentos riquíssimos (até medievais) e em ritos antigos, carregados na rigidez, ou camuflados de aspectos modernos, em alguns casos, mas muito distante da simplicidade do Evangelho, o que é lamentável. Seja pela linguagem ou pela vestimenta, cria-se uma estrutura que decide por caminhar separada do mundo, distante dos problemas e com a sustentação de um ar superior.”
Segundo Ilídio, pode-se constatar que a Igreja, infelizmente, continua impermeável aos leigos:
“Numa carta ao Cardeal Marc Ouellet, em 2016, o papa Francisco recorda que desde o Concílio Vaticano II se falou muito sobre a ‘hora dos leigos’, mas para o Papa esta hora ainda está longe de se concretizar. Para Francisco, e aqui para nós que nos unimos a ele, as causas são várias, mas a passividade é por culpa do próprio laicado, é um fato, mas também das estruturas, que não formam e não permitem um espaço favorável, onde leigos e leigas possam exercer criticamente e com maturidade a sua vocação.”
O caminho, aponta o teólogo, é retomar a originalidade do cristianismo:
“Se na resposta da Igreja antiga precisou se falar que não há escravos ou livres, homens ou mulheres, mas todos são um em Cristo Jesus, deveríamos trazer esta máxima para hoje, como uma definição basilar, para que não haja mais clero ou leigos, mas para que todos possamos ser uma só Igreja n'Ele.”
Superar a contradição profunda que ainda persiste entre o laicado e a estrutura:
“como é ser leigo, sujeito eclesial, numa Igreja clericalizada? Impossível! É necessário romper com isto!”
Na opinião de Ilídio, muitos processos posteriores ao Concílio Vaticano II tentaram de certa forma revogar a abertura aos leigos:
“Por exemplo: o que significa ser discípulo missionário, hoje? Será que há alguma mudança?… Por certo que não. Raras exceções. Continuamos com as mesmas estruturas e linhas de ação, seguimos com os mesmos planos e projetos pastorais, a mesma insistência na formação clerical dos nossos seminaristas e na pouca valorização da formação laical (…).”
Consequente com a reflexão desenvolvida, foi taxativo:
“Sem a ação dos leigos não há uma ação de Igreja em saída.”
Cantinho da Teologia® - 02-01-2019
sexta-feira, 14 de setembro de 2018
Momento de reflexão
«Quando for erguido da terra, atrairei todos a Mim» (Jo 12,32)
De ora em diante, pela cruz, as sombras estão dissipadas e a verdade eleva-se, como diz o apóstolo João: «Porque as primeiras coisas passaram. [...] Eu renovo todas as coisas» (Ap 21,4-5). A morte é espoliada, o inferno liberta os cativos, o homem está livre, o Senhor reina, a criação alegra-se. A cruz triunfa e todas as nações, tribos, línguas e povos (Ap 7,9) vêm adorá-l'O. Como o beato Paulo, que exclama : «Quanto a mim, porém, em nada me quero gloriar, a não ser na cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo» (Gal 6,14), encontramos nela a nossa alegria. A cruz traz a luz a todo o universo, afasta as trevas e reúne as nações do Ocidente, do Oriente, do Norte e do mar numa só Igreja, numa única fé, num só batismo, na caridade. Fixada no Calvário, ela dirige-se ao centro do mundo. Armados com a cruz, os apóstolos vão pregar e reunir na sua adoração o universo inteiro, espezinhando todas as forças hostis. Por ela, os mártires confessaram a sua fé com audácia e não temeram os ardis dos tiranos. Carregando-a, os monges fizeram da solidão a própria morada, numa imensa alegria. Na hora em que Jesus regressar, aparecerá primeiro no céu esta cruz, cetro precioso, vivo, verdadeiro e santo do Grande Rei: «Então, aparecerá no céu o sinal do Filho do Homem» (Mt 24,30). Vê-la-emos, escoltada pelos anjos, iluminar a Terra, de uma à outra extremidade do Universo, mais clara que o sol, a anunciar o Dia do Senhor.
Leituras do dia
Festa da Exaltação da Santa Cruz
PRIMEIRA LEITURA
Num 21, 4b-9
Quem era mordido, olhava para a serpente de bronze e ficava curado.
Leitura do Livro dos Números
Naqueles dias,
o povo de Israel impacientou-se
e falou contra Deus e contra Moisés:
«Porque nos fizeste sair do Egipto,
para morrermos neste deserto?
Aqui não há pão nem água
e já nos causa fastio este alimento miserável».
Então o Senhor mandou contra o povo serpentes venenosas
que mordiam nas pessoas
e morreu muita gente de Israel.
O povo dirigiu-se a Moisés, dizendo:
«Pecámos, ao falar contra o Senhor e contra ti.
Intercede junto do Senhor,
para que afaste de nós as serpentes».
E Moisés intercedeu pelo povo.
Então o Senhor disse a Moisés:
«Faz uma serpente de bronze e coloca-a sobre um poste.
Todo aquele que for mordido e olhar para ela
ficará curado».
Moisés fez uma serpente de bronze e fixou-a num poste.
Quando alguém, era mordido por uma serpente,
olhava para a serpente de bronze e ficava curado.
Palavra do Senhor.
SALMO RESPONSORIAL
Salmo 77 (78), 1-2.34-35.36-37.38 (R. cf. 7c)
Refrão: Não esqueçais as obras do Senhor. Repete-se
Escuta, meu povo, a minha instrução,
presta ouvidos às palavras da minha boca.
Vou falar em forma de provérbio,
vou revelar os mistérios dos tempos antigos. (Refrão)
Quando Deus castigava os antigos, eles O procuravam,
tornavam a voltar-se para Ele
e recordavam-se de que Deus era o seu protector,
o Altíssimo o seu redentor. (Refrão)
Eles, porém, enganavam-n’O com a boca
e mentiam-Lhe com a língua;
o seu coração não era sincero,
nem eram fiéis à sua aliança. (Refrão)
Mas Deus, compadecido, perdoava o pecado
e não os exterminava.
Muitas vezes reprimia a sua cólera
e não executava toda a sua ira. (Refrão)
SEGUNDA LEITURA
Filip 2, 6-11
Humilhou-Se a Si próprio; por isso Deus O exaltou.
Leitura da Epístola do apóstolo São Paulo aos Filipenses
Cristo Jesus, que era de condição divina,
não Se valeu da sua igualdade com Deus,
mas aniquilou-Se a Si próprio.
Assumindo a condição de servo,
tornou-Se semelhante aos homens.
Aparecendo como homem,
humilhou-Se ainda mais,
obedecendo até à morte
e morte de cruz.
Por isso Deus O exaltou
e Lhe deu um nome que está acima de todos os nomes,
para que ao nome de Jesus todos se ajoelhem
no céu, na terra e nos abismos,
e toda a língua proclame que Jesus Cristo é o Senhor,
para glória de Deus Pai.
Palavra do Senhor.
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
Refrão: Aleluia. Repete-se
Nós Vos adoramos e bendizemos, Senhor Jesus Cristo,
que pela vossa santa cruz remistes o mundo. Refrão
EVANGELHO
Jo 3, 13-17
O Filho do homem será exaltado.
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João
Naquele tempo, disse Jesus a Nicodemos:
«Ninguém subiu ao Céu
senão Aquele que desceu do Céu: o Filho do homem.
Assim como Moisés elevou a serpente no deserto,
também o Filho do homem será elevado,
para que todo aquele que acredita
tenha n’Ele a vida eterna.
Deus amou tanto o mundo
que entregou o seu Filho Unigénito,
para que todo o homem que acredita n’Ele
não pereça, mas tenha a vida eterna.
Porque Deus não enviou o seu Filho ao mundo
para condenar o mundo,
mas para que o mundo seja salvo por Ele».
Palavra da salvação.

